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O "Gigantopithecus" seria o "Pé Grande"?

O Gigantopithecus foi um dos maiores primatas que já existiram, viveu há aproximadamente 500 mil anos atrás durante o Pleistoceno na China, Índia e em outros países do sudeste asiático, eram parentes próximos dos atuais orogotangos porém seus hábitos diferiam dos mesmos, pois um animal tão grande e pesado não poderia ser arborícola como seus parentes atuais, sendo então seus hábitos mais parecidos com gorilas, apresentando corpos maciços e fortes.

Sua alimentação era baseada em frutas, gramas, sementes e principalmente bambu, que o tornava competidor natural dos atuais ursos pandas. Foram encontrados restos fósseis de Homo erectus nos mesmos locais e datando do mesmo período de fósseis de Gigantopithecus, sugerindo que o Homo erectus pode ter "ajudado" a extinguir esta gigantesca espécie.

Na China foram encontrados diversos dentes de Gigantopithecus, os quais são até moídos e vendidos como remédio em mercados. Primatas desse porte, alimentam as lendas do "Pé Grande" e do "Abominável Homem das Neves", os quais poderiam ser apenas restos fósseis desses animais ou então animais dessa espécie que sobreviveram até os dias de hoje, porém animais de grande porte como estes causariam grandes alterações ambientais que seriam facilmente identificáveis pelo homem.

Nome: Gigantopithecus
Nome Científico: Gigantopithecus blacki
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: Ásia
Peso: Cerca de 600 quilos
Tamanho: 3 metros de altura
Alimentação: Herbívora

Fonte
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gigantopithecus

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Chupacabra" é encontrado morto nos EUA

Quarta, 16 de agosto de 2006, 14h48 Atualizada às 15h32

Uma criatura foi encontrada morta depois de ser atropelada por um carro no município de Turner, no Estado de Maine, nos Estados Unidos, no último domingo.

Durante os últimos 15 anos, moradores do condado de Androscoggin dizem ter visto e ouvido um misterioso animal com olhos que brilham na escuridão da noite. A dúvida que fica agora é se o animal encontrado morto no final de semana é o mesmo que matava cachorros, afugentava pessoas e é tema de lenda por mais de 50 anos

Fonte
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,17560,OI1098237-EI238,00.html


Animal morto pode ser híbrido entre coiote e cão
Animal pode ter cruza entre coiote, hiena e até dingo
Quinta, 17 de agosto de 2006, 11h41 Atualizada às 11h58

O animal misterioso encontrado no domingo na cidade de Turner (Maine), nos Estados Unidos, pode ser um híbrido entre coiotes, cães selvagens, dingos e até hiena. Um exame de DNA pode identificar a origem do animal.

Há alguns anos, no mesmo Estado, um outro animal desconhecido foi encontrado morto. Uma análise do DNA concluiu que era um híbrido raro entre lobo e cachorro.

Oficiais de vida selvagem se negaram a examinar os restos do animal no domingo e na terça-feira a carcaça já havia sido parcialmente comida por abutres. Loren Coleman, um criptozooligsta de Portland acredita que é improvável que o animal fosse domesticado. O que intrigou o especialista foi o formato das orelhas e focinho.

Durante os últimos 15 anos, moradores da região dizem ter visto e ouvido um misterioso animal com olhos que brilham na escuridão da noite. O animal é acusado de matar um cão doberman e um rottweiler.

Fonte
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1099089-EI238,00.html

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Cientistas identificam réptil parecido com monstro do Lago Ness

SYDNEY (Reuters) - Cientistas australianos identificaram duas novas espécies de um antigo réptil marinho, parecido com o lendário monstro mitológico do Lago Ness, que nadou pelo mar australiano há 115 milhões de anos.

Os répteis, batizados de Umoonasaurus e Opallionectes, pertenciam ao grupo Plesiosauros, que incluía um predador do tipo de uma "baleia assassina" do período Jurássico, disse na quarta-feira o paleontologista Benjamin Kear, da Universidade de Adelaide.

Kear --cuja equipe estudou 30 fósseis, principalmente das cercanias da cidade mineradora de Coober Pedy, no Estado de Austrália do Sul-- disse que os répteis marinhos de pescoço longo nadaram nas águas rasas de um mar interno que existia no centro da Austrália.

O gelo cobria grande parte da Austrália há 115 milhões de anos, quando o continente se localizava muito mais perto da Antártica.

O Umoonasaurus tinha cerca de 2,4 metros e três saliências como uma crista em sua cabeça.

"Imagine um corpo compacto com quatro nadadeiras, um pescoço razoavelmente longo, uma cabeça pequena e rabo curto, como uma foca reptiliana", disse Kear em comunicado.

Opallionectes era muito maior, com seis metros, com vários dentes pontudos usados para caçar pequenos peixes e lulas.

O monstro do Lago Ness, algumas vezes chamado de Nessie, é um animal misterioso e não-identificado que viveria no lago escocês. Cientistas e especialistas dizem que ele é uma fraude.

Fonte
http://ultimosegundo.ig.com.br/

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Cobra albina com duas cabeças

Aquário nos EUA vende cobra albina com duas cabeças

Um aquário nos Estados Unidos colocou à venda uma cobra albina com duas cabeças. O réptil está disponível para compra no site e-Bay por um lance inicial de US$ 150 mil.

O Aquário Mundial em St. Louis, Missouri, tem sido o lar da cobra We desde 1999, mas o presidente Leonard Sonnenschein decidiu vender o animal. A cobra de 6 anos e meio chegou ao local depois que seu dono antigo distribuiu ofertas pela sua venda logo após o nascimento. O aquário pagou US$ 15 mil, sabendo que as cobras de duas cabeças não vivem mais que alguns meses.

Entretanto, We sobreviveu e alcançou 1,2 metro de comprimento. Enquanto seu corpo é branco, a cabeça é avermelhada. We sobreviveu porque suas duas bocas são ligadas ao mesmo estômago, segundo Sonnenschein. Van Wallach, do Museu de Zoologia Comparativa da Universidade de Harvard, afirmou que We deve viver mais 10 a 15 anos.

Segundo o diretor do aquário, esta idade seria suficiente para sua reprodução. "Nós esperamos vender We no mesmo nível de uma obra de arte, que não tem preço", disse Sonnenschein. Em 2004, a cobra foi roubada do aquário por um funcionário de um museu da cidade. Ela foi encontrada na garagem do ladrão em Illinois.

Fonte
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI817343-EI238,00.html


"Sabe, dizem que todos os dias três espécies desaparecem do planeta. Eu me pergunto quantas novas espécies estarão se criando."

Fox Mulder
(The X Files - 2ª temporada, Episódio 2 : O Hospedeiro)

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Fotos inéditas de lula gigante

Cientistas japoneses divulgaram as primeiras fotografias de uma lula gigante viva em seu habitat natural, feitas nas profundezas do Oceano Pacífico.

As imagens, feitas com uma câmera controlada por controle remoto, permitiram que os pesquisadores do Museu Nacional de Ciência do Japão descobrissem novas características de comportamento do animal, cuja existência foi considerada uma lenda por muito tempo.

Segundo os cientistas, as fotografias foram feitas quando a lula, de oito metros de comprimento, teve um de seus tentáculos presos em uma isca montada pelos pesquisadores a 900 metros de profundidade. O animal só conseguiu se livrar depois de quatro horas e 13 minutos, quando o tentáculo que estava preso se soltou. Os japoneses conseguiram recuperar cerca de 5,5 metros do tentáculo.

Empresas de documentários já haviam investido milhões de dólares tentando flagrar lulas gigantes em seu habitat natural, e só uma vez um espécime jovem havia sido filmado.

Algumas fotografias de uma lula gigante adulta na superfície também já haviam sido feitas por pescadores japoneses, mas, até agora, ninguém havia capturado imagens do animal no fundo do mar, onde ele vive e caça suas presas.

As mais de 550 fotos foram feitas em setembro de 2004, mas só foram divulgadas nesta quarta-feira na revista científica Proceedings of the Royal Society B.

De acordo com os cientistas, as fotografias mostram que as lulas gigantes, também conhecidas como Architeuthis, são predadores mais ativos do que se pensava.

Os cientistas Tsunemi Kubodera e Kyoichi Mori prenderam a câmera a uma linha longa, que eles colocaram no mar por meio do navio em que estavam. Embaixo da câmera, eles colocaram uma espécie de anzol com uma lula servindo de isca e cheiro de camarões. No dia 30 de setembro de 2004, nas Ilhas Bonin (cerca de mil quilômetros ao sul de Tóquio), os cientistas conseguiram pegar a lula.

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